Defesa Cibernética

Defesa Cibernética

Se de um lado o processo de transformação digital da sociedade e das empresas promete trazer saltos de produtividade e eficiência, de outro amplia a possibilidade da ocorrência de crimes cibernéticos. Preocupadas com isso, empresas e governos tomam medidas para adequar suas políticas de segurança a estas novas ameaças.

Todos sabemos que o ambiente virtual não é seguro e há muito tempo convivemos com vírus de computador e cartões clonados. Mas as ameaças e a insegurança são muito maiores do que imaginamos. Todas empresas e até as infraestruturas críticas sofrem ataques frequentes que, além de fragilizar a privacidade e segurança de dados, põem também em risco o sistema financeiro, as redes de energia elétrica, de abastecimento de água, os transportes e os serviços de saúde.

Defesa Cibernética

Defesa Cibernética no Brasil

Hoje a área de defesa cibernética está no nível estratégico do governo federal, definindo como proteger os sistemas de informação e defesa, além de atuar em conjunto com outros órgãos, como GSI (Gabinete de Segurança Institucional) nas ações de segurança cibernética.

Entre estas ações está a iniciativa Guardião Cibernético, que desde 2018 organiza exercícios de crise em conjunto com setores de mercado. Em 2018, os exercícios foram realizados com empresas dos setores elétrico e financeiro e, em 2019, com companhias de energia nuclear e de telecomunicações. A computação, eletrônica e a internet proporcionaram o livre e rápido trânsito das informações pelo globo. De certa forma, a sociedade moderna depende de sistemas de controle autônomo. Todavia, esta inovação tecnológica impõe um preço a ser pago: investimento em segurança cibernética referente a pessoas, dados, informações e infraestruturas. Alguns países no mundo já absorveram o tema como uma questão de Estado e institucionalizaram órgãos governamentais e estruturas para cuidar exclusivamente dele.

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